Depois de se despedir do clube com declarações de carinho, o goleiro Maurício Koslinski acionou a Justiça do Trabalho para cobrar mais de R$ 1,6 milhão do Vila Nova.
A defesa do jogador entrou com uma ação alegando direito à estabilidade acidentária, benefício previsto na legislação trabalhista para profissionais que sofrem acidente de trabalho. Segundo o argumento apresentado, o atleta deveria permanecer vinculado ao clube por um período mínimo após a recuperação da lesão.
De acordo com o advogado do Vila Nova, Paulo Pinheiro, o clube entende que cumpriu todas as suas obrigações durante o período em que o goleiro esteve vinculado à instituição, inclusive durante o tratamento médico da lesão.
“O clube sempre agiu com responsabilidade e boa-fé durante toda a relação contratual, inclusive no período em que o atleta esteve em tratamento, prestando a assistência necessária e adotando as providências compatíveis com suas obrigações legais”, afirmou o advogado.
Atualmente, Maurício Koslinski defende o Londrina, clube pelo qual já atuou em 13 partidas na temporada. Na ação trabalhista contra o Vila Nova, o goleiro apresenta uma série de pedidos, entre eles estabilidade acidentária, salários, 13º proporcional, férias, FGTS, auxílio-moradia, gratificações e honorários, valores que compõem a cifra total reivindicada na Justiça.







Nenhum comentário:
Postar um comentário